quinta-feira

Cachorro faz oração junto com o dono

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INCRIVEL CACHORRO QUE ORA JUNTO COM SEU DONO

http://youtu.be/x4mf03EFWFU

Nem todos acreditam. Mesmo entre os que creem, poucos O aguardam. Mas Ele voltará. Os últimos acontecimentos no mundo são sinais evidentes disso. Tsunamis, terremotos, chuvas torrenciais, epidemias e fome têm ceifado centenas de milhares de vidas. Somem-se a isso as drogas, violência e...

acidentes. Tudo parece se afunilar para o fim.
Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu. Lucas 21.10-11.
Nação contra nação fala de guerras entre países. Reino contra reino trata de conflitos religiosos. Pior do que guerras entre nações são os conflitos religiosos. Por conta disso, Jesus disse: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão.” (Mateus 10.21)
Esse clima de terror e morte já existe. A tendência é aumentar ainda mais. Mas, ainda não é o fim. Ele se aproxima a passos largos.
Antigamente, Final dos Tempos era assunto apenas no altar. Hoje, os cientistas estão tão certos disso que falam abertamente. Um dos mais importantes canais de tevê do mundo está sempre trazendo matérias sobre o assunto. As catástrofes mundiais parecem anunciar o fim. Mas, antes disso, vem a Grande Tribulação. Período de 7 anos do império anticristão.
No momento, vivemos o período da Pequena Tribulação. No final deste, o Senhor Jesus vai arrebatar Seus fiéis seguidores. Estes não sofrerão os danos da Grande Tribulação. Já os cristãos piratas sofrerão a fúria do império do anticristo.
Quem viver, verá…

NÃO TENHO TEMPO PARA DEUS




Esta é a história, em oito capítulos, de um homem que nunca achou tempo para Deus:


1.°: Quando criancinha, quiseram ensiná-lo a orar, mas alguém objetou: 'É muito cedo para pensar em Deus. Não compreende nada ainda."

2.°: Quando virou menino, acharam bom mandá-lo para a EBI, mas logo veio a resposta: "É muito criança para pensar em Deus."

3.°: Quando era jovem, chegou convite para a Força Jovem. Ele estava entretido com sua namorada. Outros responderam por ele: "Muito apaixonado para pensar em Deus."

4.°: Quando homem feito e casado, sua esposa pedia que fosse à igreja aos domingos, mas ele respondia: "Estou muito ocupado para pensar em Deus."

5.°: Houve vigílias em sua terra. Quiseram acordá-lo de madrugada a fim de participar, mas os amigos responderam: "Deixem-no. Está muito cansado para pensar em Deus."

6°: Uma vez, absorvido pelos negócios, convidaram-no para fazer a participar da páscoa. Ele, porém, respondeu: "Estou muito preocupado, para poder pensar em Deus."

7.°: Quando, já bem idoso, quiseram levar um pastor até sua casa para uma visita, os netos objetaram: 'Muito velho para pensar em Deus."

8.°: Quando estava sendo levado para o cemitério, o demônio gargalhou maldosamente no rosto dele: "Muito tarde para pensar em Deus."

SÉRIE CASOS DE SUCESSO: HABIB´S

O crescimento da rede Habib's se confunde com a história do seu fundador, Antônio Alberto Saraiva. Alberto Saraiva, médico por formação, mas empreendedor por vocação, acreditou em uma idéia e construiu um império a partir de poucos recursos. O negócio parecia impossível: fast-food brasileiro, servindo comida árabe e controlado por um português sem qualquer vínculo com o mundo oriental. Apesar dos descendentes de árabes só comporem 7% da população do Brasil, o restaurante experimenta o reconhecido sucesso junto aos consumidores. O grande segredo da rede foi saber adaptar a culinária árabe ao paladar do brasileiro. A partir de uma lanchonete, em 20 anos, ele firmou seu empreendimento como a segunda rede de fast-food no país.Quando criança Alberto Saraiva dividia com os pais, portugueses como ele, o sonho de ser médico. Esse fato fez com que no começo da década de 70 a família Saraiva se mudasse para São Paulo capital, a fim de dar a oportunidade ao filho de ingressar no curso de Medicina. Como meio de sustento da família, iniciaram a operação com uma padaria no bairro comercial do Brás, Zona Leste da cidade. Mas logo no primeiro ano de curso, a violência da cidade grande mudou o destino de Alberto: em um assalto ao estabelecimento comercial, seu pai foi morto. Sendo o filho mais velho, se viu obrigado a abandonar a faculdade para se dedicar ao negócio da família. Mal sabia ele que, ironicamente, ali começava sua história de sucesso.
Inexperiente, passou por muitas dificuldades gerindo a padaria e percebeu que era preciso conhecer o trabalho realizado na empresa para não depender de seus funcionários. O negócio prosperou e, em 1976, obteve seu primeiro lucro comercial com a venda da padaria, o qual investiu em uma lanchonete. Essa foi a primeira negociação de muitas que ainda viriam.  O valor do esforço de Alberto é maior na medida em que conseguiu prosperar nos negócios ao mesmo tempo em que concluiu o curso de medicina.
Administrando a lanchonete, conheceu um dos melhores cozinheiros árabes de São Paulo, Paulo Abud. Muito cedo, conversando, os dois perceberam que os restaurantes especializados nesse tipo de comida eram raros e com preços altos. Paulo Abud foi o responsável pelo conhecimento de comida árabe de que Alberto precisava para consolidar seu restaurante. Em 1988 o Habib's inaugurou sua primeira loja na Rua Cerro Corá em São Paulo. De modo a garantir a variedade do cardápio e de não apostar somente em produtos específicos, aproveitou a sua experiência profissional e incluiu outros produtos mais comuns ao público brasileiro: pizza, pastel e chope. Além disso, ajustou as receitas árabes ao gosto nacional. Assim, o pão sírio ganhou uma versão mais macia e dourada, charutos e abobrinhas recheadas receberam um molho de tomate especial, a esfiha uma massa mais leve, a carne bovina foi instituída em substituição a carne de carneiro e temperos como alho, hortelã e gergelim foram usados com moderação.

Prato árabe acompanhado com sobremesa portuguesa.
Saraiva percebeu uma oportunidade observando o público de baixo poder aquisitivo e esse foi o seu diferencial. Ele democratizou o consumo...
de seus produtos com preços que são acessíveis ao orçamento dos brasileiros, fazendo com que as pessoas pudessem freqüentar um restaurante, comer bem e gastar pouco. A partir do sucesso do empreendimento, alguns sócios se uniram com a meta de abrir novas lojas. Em 1992, foi adotado o sistema de franchising, inaugurando a primeira loja franqueada da rede em Santo André, São Paulo. Ao completar 10 anos de atuação no mercado, o Habib's já ultrapassava a marca de 100 lojas. A expansão e solidez da cadeia se assentaram no tripé: preços baixos, variedade e alta performance em qualidade. Em 1999 deu início à campanha "Nosso preço começa com zero", destacando três produtos que custam menos de R$ 1,00 (pastel, kibe e esfiha). O primeiro mês de campanha conseguiu elevar a venda do pastel em 220% e da esfiha e do kibe em 30%.
Visando a padronização e o sucesso das franquias, foi criado um manual de fast-food do Brasil: o manual de operações da rede Habib's. Além disso, foi desenvolvida a ideia de criar a UTIH - Unidade de Terapia Intensiva do Habib's - para diagnosticar e solucionar os problemas das lojas.  Não contrair financiamentos foi outra chave do sucesso. Desta forma, uma das políticas da rede Habib's é: o investimento para se abrir uma franquia deve provir do patrimônio do investidor. Por essa razão, permite-se que haja diversos sócios, mas jamais empréstimos e financiamentos. Folha de pagamento enxuta é outro ponto a se destacar quando se trata de despesas.

Loja do Habib´s.
Seguindo a filosofia: "Não basta atender o cliente com eficiência e sim surpreendê-lo sempre", a empresa adotou uma série de iniciativas que só contribuíram para o desenvolvimento da marca. A certeza da própria qualidade levou a rede a lançar o "Habib's 28 minutos". O programa revolucionou os sistemas de entrega de fast-food: se no espaço de 28 minutos, contados a partir do momento em que o pedido é anotado, o cliente não receber a encomenda, não precisa pagar. Além desse diferencial, mantém no ar seu serviço de relacionamento com o cliente, batizado de "Alô Tia Eda".
Seu poder de fogo ainda é pequeno se comparado ao da sua principal concorrente: Mc Donald's. Mas isso não impede o comandante do Habib's de cutucar o gigante do fast-food. Para competir com a rede americana, Alberto Saraiva teve que ser visionário e inovador em um país como o Brasil, marcado pelas crises econômicas, onde mais de 70% das empresas fecham as portas nos dois primeiros anos de vida.  Alberto acredita que o segredo do seu sucesso foi persistir, não aumentar o preço por longos períodos e manter a mesma qualidade do seu produto.
O Habib's atrai multidões de consumidores e lucra na quantidade de produtos vendidos, mesmo com uma baixa margem de lucro. Tudo isso só foi possível graças à personalidade de seu fundador: visionário, determinado e sonhador. Hoje, Alberto Saraiva, é dono de doze empresas que fornecem a matéria-prima e serviços para uma série de processos e serviços da rede. A empresa, como o próprio empresário faz questão de ressaltar, é a maior marca de fast food de comida árabe do mundo. São 300 unidades espalhadas pelo país e um faturamento de R$ 900 milhões anuais.
Empresa: Habib´s
Site: www.habibs.com.br
Contato: através do site
Ramo de atividade: franquia de lanchonetes árabes

SÉRIE CASOS DE SUCESSO: SADIA

Sadia

A história da Sadia é uma daquelas que dão orgulho de contar, principalmente por se tratar de uma trajetória vertiginosa que começou na pobreza e alcançou sucesso e reconhecimento. Attilio Fontana é o grande protagonista dessa história e sua vida seria digna de um conto de fadas: menino pobre, filho de camponeses, que vendia bolachas caseiras na rua para formar o pé-de-meia inicial. Teve o primeiro par de sapatos na adolescência. Não completou sequer o curso primário. Mas todas essas provações não foram obstáculos para que iniciasse pequenos negócios, até estabelecer-se em uma vendinha, em sociedade com o irmão e o pai. Aos 21 anos, tornou-se caixeiro e depois sócio de um armazém. Daí por diante, prosperou muito no comércio, principalmente comprando e vendendo porcos, atividade em que adquiriu experiência para montar um negócio de proporções fantásticas: a Sadia.
Attilio FontanaNo início da década de 40, preocupado com a situação financeira ruim de um frigorífico da cidade, o então prefeito de Concórdia, Santa Catarina, chamou Attilio Fontana para ajudá-lo. Atraído pelo potencial da região, que estava crescendo, o empresário assumiu a direção do frigorífico e em dois anos transformou-o na Sadia. Criada em 1944, por 27 sócios liderados por Fontana, a empresa começou com apenas um moinho de trigo, um abatedouro de suínos, ainda em obras, e uns poucos funcionários. O retorno dos investimentos aplicados no moinho permitiu completar a construção do frigorífico que, já em 1946, abatia mais de 100 animais por dia. Com a matéria-prima resultante, outros itens, como banha, toucinho, carnes salgadas, pernil, presunto, salame, lombo e lingüiça, entraram para a lista dos produtos da empresa.
O nome da nova empresa foi composto a partir das iniciais SA de "Sociedade Anônima" e das três últimas letras da palavra "Concórdia", DIA, virando marca registrada em 1947. No mesmo ano a Sadia abriu uma filial distribuidora em São Paulo e já se preparava para os próximos passos a serem dados nos anos 50: a conquista do mercado nacional. Attilio Fontana lançou, desde essa época, o trinômio que faria as bases de seu empreendimento: o respeito ao trabalho do homem, o cuidado com a terra e a valorização da técnica.
Nos anos 50, despontava o crescimento acelerado de São Paulo e a cidade recebia grandes investimentos, oferecendo mais empregos, melhor renda e mais oportunidade de consumo. Embora os olhos da Sadia já estivessem voltados para esse mercado, surgia um novo desafio:
como transportar produtos perecíveis de Concórdia para São Paulo e Rio de Janeiro, os maiores centros consumidores, já que ainda não existiam os caminhões frigoríficos e as estradas eram precárias, tornando as viagens longas e demoradas.
A solução pioneira foi transportar em aviões os produtos delicados e perecíveis, a partir de 1952. Já em 1955 era criada a Sadia Transportes Aéreos que, além de seus produtos, oferecia opção de levar passageiros nas aeronaves.  O slogan da época ficou famoso: "Pelo ar, para o seu lar". Os produtos Sadia passaram a ser associados a uma imagem de sofisticação e avanço tecnológico. Dessa empresa originou a Transbrasil.
Em 1953, num lance estratégico deliberado para abrir um "front" industrial na capital paulista, a Sadia, com apenas 9 anos de existência, inaugurou sua primeira unidade fora de Concórdia - o Moinho da Lapa S.A. - na zona oeste de São Paulo. Com a iniciativa, a empresa começou a projetar sua visibilidade e sua credibilidade empresarial.
Os anos 60 foram marcados pelas primeiras produções e abates experimentais de perus em Concórdia, além dos primeiros contratos de exportação, em 1967, envolvendo carnes bovinas e suínas "in natura" congeladas. No ano seguinte o abate de frangos superou um milhão de unidades por ano. A Sadia começava a reverter a crença do brasileiro que "galinha é comida de doente". Em 1969, foi lançado o famoso hambúrguer Sadia. Até o final da década, uma diversificada linha de produtos - salsichas, hambúrgueres, almôndegas, quibes - pôde ser produzida em São Paulo, propiciando o ingresso no segmento de alimentos semiprontos congelados.

Primeira instalação em Concórdia, SC.
A empresa inaugurou os anos 70 com grande diversidade de operações. Sua imagem de qualidade e pureza passou a ter um mensageiro inesquecível, a partir da criação do personagem Lequetreque. O nome do personagem símbolo da marca, que usava capacete e óculos de motoqueiro, foi escolhido num concurso aberto aos consumidores. A imagem do frango surgiu, primeiro, em desenhos animados, tomando um banho refrescante antes de ir para a mesa do consumidor. Com o passar do tempo, o personagem se transformou em um ídolo com forte carisma, presente em grande parte das campanhas publicitárias da marca.
A figura simpática e alegre da Sadia revelava também o vigor de uma empresa que não parava de crescer e diversificar os seus negócios. Em 1974, foi lançado o Peru Temperado Sadia, um dos produtos de maior sucesso na história da empresa. Logo em seguida, a Sadia iniciou as exportações de frango congelado para o Oriente Médio e Europa, além de assumir a liderança entre os exportadores nacionais.
Gradualmente as exportações aumentaram e já em 1980 ultrapassaram os US$ 100 milhões. Em 1982 ocorreu dois marcos institucionais históricos: a criação do SIC - Serviço de Informação ao Consumidor Sadia, pioneiro na indústria alimentícia como primeiro canal direto de diálogo com consumidores, e a distinção da marca Sadia, pelo INPI, Instituto Nacional de Propriedade Industrial, como Marca Notória. A companhia finalizou a década de 80 exportando para 40 países e posicionando-se entre os maiores exportadores brasileiros. Presunto tipo Parma, diversificação nas linhas de hambúrgueres e de almôndegas, nuggets, steak de frango empanado, linhas de empanados de frango, semiprontos congelados e frios fatiados em embalagens individuais a vácuo foram alguns dos lançamentos que marcaram as inovações em produtos nos anos 80.
Como parte de sua internacionalização, entre 1991 e 1992, a empresa implantou filiais comerciais em Tóquio, Milão e Buenos Aires. Em 1997, a Sadia entrou em segmentos totalmente inéditos para a empresa, como as das linhas 7 mares, salgadinhos, empanados recheados, pizzaria e massas frescas. Para produzir as pizzas congeladas e as massas, foi em busca de tecnologia de ponta e implantou, em 1998, uma nova fábrica em Ponta Grossa, no Estado do Paraná.
Em 1999, foram feitas duas novas aquisições: a compra da empresa Miss Daisy, que permitiu à Sadia ingressar no ramo de sobremesas prontas congeladas, e da Granja Rezende, em Uberlândia, MG, centro de excelência em genética e produção de aves e suínos, permitindo à empresa posicionar um pólo industrial numa região geográfica estratégica do país.

Linha de produtos para exportação.
Em 2001 e 2003, a marca Sadia foi eleita a mais valiosa do setor alimentício brasileiro, em pesquisa divulgada pela Interbrand - consultoria inglesa conhecida pela tradicional lista de 75 marcas mais valiosas do mundo. Em janeiro de 2004, a Sadia iniciou a comemoração dos seus 60 anos de fundação. A empresa teve vários motivos para comemorar, como: a abertura de dois novos Centros de Distribuição - um em Chapecó (SC) e outro em Ponta Grossa (PR). No final de 2004, a Sadia anunciou ainda a aquisição da Só Frango Produtos Alimentícios, maior exportadora do Distrito Federal na época.
Em 2005, a Sadia decidiu retomar o abate de bovinos, em seu frigorífico de Várzea Grande, que estava arrendado ao grupo Friboi. Com isso, a empresa passou a oferecer cortes bovinos com as marcas Sadia (cortes nobres) e Sadilar. Um dos grandes destaques entre os lançamentos de 2005 foi o Hot Pocket: lanche de preparo rápido que inaugurou uma nova categoria de produtos no varejo brasileiro. Destinado ao público jovem, o Hot Pocket tornou-se um sucesso de vendas. A companhia ingressou também no segmento de produtos à base de proteína vegetal, com o lançamento da linha Sadia Vita Soja, cujos produtos apresentam sabor similar ao produto tradicional.
Em 2006, a empresa criou um Comitê de Sustentabilidade ligado ao Conselho de Administração para avaliar o desenvolvimento de suas atividades, levando em conta a performance econômico-financeira, ambiental e social. Além de promover alterações na estrutura organizacional da área comercial, a companhia anunciou reforços na área de marketing (com a missão de trabalhar mais fortemente a marca no Brasil e no exterior) e a criação de uma diretoria de relações internacionais.
Uma iniciativa relevante foi o patrocínio da Sadia às delegações olímpicas brasileiras que participaram dos Jogos Rio 2007. O acordo assinado com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) garantiu à Sadia exclusividade na categoria de alimentos, compreendendo todo o ciclo olímpico, que vai até os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
Hoje a Sadia constitui-se num conglomerado de cerca de 20 empresas. É a primeira empresa no ranking comercial brasileiro de aves, carnes industrializadas, suínos e bovinos, e a segunda no mercado de soja. Com mais de 30 mil funcionários, a Sadia mantém 12 unidades industriais e centros de distribuição espalhados por todo o Brasil. Exporta para mais de 60 nações e no exterior tem filiais e escritórios comerciais por vários países, abrangendo América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio.

SÉRIE CASOS DE SUCESSO


                             Premiatto
A Premiatto sabe que ter um diferencial  pode fazer com que qualquer negócio ingresse bem em qualquer ramo, até mesmo nos mais concorridos. Foi assim que seu fundador, Cláudio Roberto Fernandes, decidiu montar um fast-food com cara de "slow food". Apostou em um cardápio repleto de pratos requintados, preparados rapidamente, diferenciando seu produto dos tipos de refeições oferecidos por grande parte dos fast-foods de até então. A nova oportunidade de fazer uma refeição de qualidade, mesmo com pouco tempo disponível, caiu no gosto daqueles cujas vidas são agitadas. Hoje, a rede já conta com 19 lojas espalhadas por vários estados do país e almeja expandir-se para outros recantos desse enorme Brasil.
Cláudio Roberto FernandesO cenário nacional vem despertando o interesse das redes de fast-food. O Brasil encontra-se, atualmente, na quarta colocação no ranking de países que possuem a maior quantidade de marcas no setor. A notória expansão econômica do país e sua quase totalmente controlada taxa de inflação chamam a atenção dessas empresas, por revelarem as terras tupiniquins como uma boa saída para quem anda fugindo da crise do concorrido mercado americano. Assim, os brasileiros hoje podem contar com diversas opções de restaurantes cujo atendimento se destina à elaboração rápida de refeições. Mas nem sempre rapidez é sinônimo de qualidade.  Muitas vezes, metaforicamente falando, "o apressado come cru".
O empresário Cláudio Roberto Fernandes, apreciador de boas opções gastronômicas e já experiente no ramo de alimentação, percebeu...
que o mercado de fast-food poderia ser uma boa oportunidade de negócio. E mais que isso. Notou que a maioria das empresas tinha a sua atenção voltada para os lanches. Foi a partir dessa visão que o empresário criou, em 1999, a primeira loja Premiatto Express, no Shopping Iguatemi, em Campinas.
O objetivo de oferecer refeições bem elaboradas àqueles que dispõem de pouco tempo e, por isso, procuram o sistema de fast-food,  levou Cláudio a fazer uma pesquisa por novidades em equipamentos, produtos e serviços. Para tanto, ele viajou a países como França, Itália, Espanha e Estados Unidos. Todo esse esforço visava oferecer a seus clientes pratos requintados, feitos com ingredientes selecionados, de qualidade comprovada e que pudessem ser preparados rapidamente. O sucesso foi tamanho que a Premiatto chegou a ser a loja mais freqüentada na praça de alimentação do Shopping Iguatemi, pouco depois de sua inauguração, chegando a atender uma média de 600 pessoas por dia.
Em 2001, foi aberta a segunda unidade da Premiatto Express, no Shopping D. Pedro, em Campinas. Imediatamente, outros empreendedores sentiram o desejo de abrir uma Premiatto Express, pois diante do sucesso percebiam que se tratava de um negócio rentável e de retorno garantido. Já em 2003, a cidade de Curitiba teve a oportunidade de conhecer as delícias do cardápio da empresa, através da primeira franquia implantada na cidade. Iniciou-se, assim, o processo de expansão da rede.
Como todo crescimento pede melhorias, a Premiatto percebeu que precisava aperfeiçoar o seu negócio quando se deu conta, em 2005, do número de franquias cada vez maior que conquistava. Para isso, foram elaborados manuais, a fim de que a empresa pudesse ter uma formatação oficial para todas as franquias. Assim, haveria uma maior uniformidade nas ações de todas as unidades e o crescimento da empresa poderia se dar de maneira mais estruturada e forte. 
Em 2006, a Premiatto resolveu ampliar o seu público-alvo. Observando que o mix de produtos estava restrito a shoppings voltados para os públicos das classes A e B, a empresa decidiu tornar os seus produtos acessíveis também para os públicos C e D. Nesse intuito, lançou uma versão menor dos pratos do cardápio e com um ticket médio mais baixo. Em pouco tempo, vários shoppings com foco nessa parcela da população já contavam com as unidades Premiatto Express, possibilitando boas refeições com rapidez de fast-food.
Hoje, o cardápio da empresa - que inclui grelhados, risotos, massas, saladas, peixes, carnes e até sobremesa - pode ser conferido em unidades espalhadas por importantes cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso, Distrito Federal, Bahia e Rio Grande do Norte. O faturamento de R$ 12 milhões evidencia o sucesso da rede. Sucesso esse que deverá aumentar.
A empresa espera abrir, em média, 15 novas lojas por ano, ampliando a sua atuação para outros estados do país. Esse crescimento, embora aparente ser pouco, é na realidade uma estratégia da empresa em manter a expansão estruturada e dar um contínuo suporte aos franqueados através dos treinamentos realizados. Dessa forma, a satisfação dos franqueados, tão importante para a empresa, é sempre colocada em primeiro plano. Afinal, ter colaboradores satisfeitos com a empresa faz com que eles se motivem a trabalhar de maneira eficiente e primando pela qualidade no atendimento ao cliente.
O trabalho da rede já é reconhecido. Em 2008, a Premiatto recebeu pela primeira vez o Selo de Excelência em Franchising. Assim, todo seu trabalho, feito de forma séria, foi valorizado e a marca Premiatto teve sua excelência celebrada. Agora o grande desafio é tornar a empresa conhecida em todo o país e levar seus pratos rápidos e requintados a cada vez mais gente.
                PALESTRAS PARA REUNIÕES DE PROSPERIDADE


 ESTUDO GAFANHOTOS DESTRUIDOR,CORTADOR,MIGRADOR E DEVORADOR




PALESTRA : VOCÊ NÃO TEM EMAIL ?

Um homem, que estava desempregado, entra num concurso para ser faxineiro.
O gerente de RH o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz:

- O serviço é seu, me dê o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha pra preencher, com a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador e, muito menos, e-mail.
O gerente de RH diz que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, sem saber o que fazer, tem somente 10 reais no bolso.
Então, decide ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates.
Bate de porta em porta, vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, consegue duplicar o capital.
Repete a operação por mais três vezes e volta para casa com 60 reais.
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta cada vez mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro, a cada dia.
Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados cinco anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos.
Depois de algum tempo, decide fazer um seguro de vida.
Chama um corretor, acerta um plano e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta.
O homem diz que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!
O homem pensa e responde:
- Seria faxineiro !

FOLHETOS DIVERSOS






8 ESTUDOS : A SEGUNDA VINDA DO SENHOR JESUS













CERTIDAO CASAMENTO COM DEUS

CERTIDÃO CASAMENTO COM DEUS


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